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A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), realizou, nos dias 14 e 15 de maio, em Chapecó (SC), o 3º Fórum Internacional de Gestão do Trabalho e Educação Permanente em Saúde (Figeps) e o 3º Congresso Brasileiro de Tecnologias e Inovação em Saúde (Contis). Os eventos reuniram pesquisadores, estudantes, profissionais e gestores da área da saúde em debates sobre tecnologias e sustentabilidade nos sistemas de saúde.
Foram submetidos 247 trabalhos científicos de instituições do Brasil e do exterior. Destes, 219 foram aprovados e integrarão os anais do evento, contribuindo para a disseminação do conhecimento científico produzido.
Segundo a coordenadora-geral do evento, Clarissa Bohrer da Silva, o Figeps e o Contis buscaram aproximar ciência, inovação e sustentabilidade na área da saúde. “Vivemos um momento em que a sustentabilidade dos sistemas de saúde não é mais uma opção teórica, mas uma necessidade. Ao alinharmos as discussões aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, reafirmamos o compromisso da ciência com a melhoria da qualidade de vida da população e com o fortalecimento dos serviços de saúde”, afirmou.
Além das atividades científicas, a programação contou com ações culturais ligadas à identidade regional. A coordenadora da Comissão de Comunicação e Cultura, professora Carine Vendruscolo, destaca que a proposta foi integrar ciência, arte e território durante o evento. “Tivemos apresentações culturais que valorizaram expressões do Oeste catarinense, como o chamamé, além de apresentações de chula e dança espanhola. Foram momentos que contribuíram para fortalecer a integração entre culturas e enriquecer ainda mais a experiência dos participantes”, ressalta.
Para o enfermeiro e mestrando em Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Odair Bonacina Arruda, o evento promoveu discussões importantes para a formação profissional e para os serviços de saúde. “O Figeps e o Contis proporcionaram debates qualificados sobre gestão, inovação e práticas de cuidado, além de promover integração entre estudantes, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas e países”, destaca.
Segundo o participante, a presença de pesquisadores internacionais também ampliou as possibilidades de troca de experiências e fortalecimento da enfermagem no cenário global. “A troca internacional fortalece a enfermagem ao ampliar perspectivas, estimular parcerias acadêmicas e incentivar práticas inovadoras”, afirma.
O evento contou com palestrantes nacionais e internacionais e abordou temas relacionados à gestão do trabalho, educação permanente em saúde, inovação tecnológica e sustentabilidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
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