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Notícia

23/11/2015-17h00

Projeto da Udesc Lages disponibiliza material genético de morango italiano para produtores

 
Udesc Lages cultiva e analisa morango italiano - Fotos: Mirella Guedes/Ascom Udesc Lages

O Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, recebeu a visita do pesquisador italiano Gianluca Baruzzi que, nos últimos 15 dias, avaliou o cultivo do morando no Brasil. Ele é membro do Conselho para a Pesquisa Agrícola e Análise da Economia Agrária, da Unidade de Pesquisa com Frutíferas (CRA-FRF), em Forlì, na Itália.

Desde 2012, a Udesc Lages é representante oficial do CRA-FRF no Brasil, ano em que iniciaram as análises e a difusão do material genético de morango italiano no País. "A parceria entre as instituições tem o objetivo de realizar experimentos e disponibilizar material genético de morango italiano para os agricultores das diversas regiões brasileiras", diz Baruzzi.

Durante a visita, o pesquisador ministrou a palestra "Novas cultivares de morangueiro com potencial de cultivo no Brasil", que reuniu professores e estudantes de pós-graduação em Produção Vegetal da Udesc Lages.

A atividade, coordenada pelos professores Leo Rufato e Aike Kretzschmar, faz parte do projeto "Criação e adaptação de genótipos de morangueiros por meio da cooperação científica com o Crea", que tem Baruzzi como pesquisador visitante especial.

A programação incluiu visitas técnicas a propriedades de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Para Baruzzi, é importante ouvir os produtores para que a pesquisa tenha resultado eficaz. "São eles que vão nos dizer o que é ou não interessante produzir porque os agricultores estão no mercado e conhecem as exigências", diz ele, que está em sua terceira visita como pesquisador especial.

A produção de morango italiano no Brasil

Atualmente, há quase 20 campos experimentais das novas cultivares no Brasil: no Rio Grande do Sul; na região Sul de Minas Gerais, que é responsável por metade da produção nacional; e na Serra, no Litoral e no Oeste Catarinense.

De acordo com Baruzzi, as pesquisas realizadas nos últimos três anos confirmam que a produção de morangos das espécies Jonica e Pircinque foram consideradas interessantes pelos produtores, "pois correspondem às exigências comerciais e climáticas".

Como funciona o projeto

A Udesc Lages e o CRA-FRF desenvolvem atividades do projeto com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Programa Visitante Especial do Ciência Sem Fronteiras, de empresas privadas e de produtores.

Para o coordenador, Leo Rufato, a possibilidade da Udesc Lages ter acesso aos melhores materiais genéticos de morangos produzidos na Itália, "garantirá novas seleções de morangueiras com potencial de se transformar em cultivares no Brasil".

O incentivo comercial é outra vantagem do intercâmbio Brasil e Itália, apontada pela professora Aike Kretzschmar: "a introdução de novas cultivares de morango de excelente qualidade vai ampliar a gama de ofertas das espécies para os produtores, além de dar mais opções de plantio fora de época".

Assessoria de Comunicação da Udesc Lages
E-mail: comunicacao.cav@udesc.br
Telefone: (49) 3289-9130/ 2101-9130
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