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Notícia

06/01/2015-12h04

Projeto Lixo Orgânico Zero, da Udesc Lages, já tem adesão de cem escolas e é adotado pelo TRE/BA

 
A importância e o êxito do projeto Lixo Orgânico Zero, desenvolvido pelo professor Germano Guttler, do curso de Agronomia do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Lages, levaram o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) a aderir a iniciativa da universidade estadual e a realizar parcerias com outras instituições para divulgar o projeto no Estado da Região Nordeste.

Entusiasmado pelo projeto, a direção geral do TRE baiano encaminhou documento ao diretor-geral da Udesc Lages, João Fert Neto, e à chefia do Departamento do curso de Agronomia elogiando a iniciativa da universidade. O órgão sugere que o projeto seja estendido a outras regiões devido a sua praticidade na eliminação do lixo orgânico das cidades.

Na última semana de novembro de 2014, o professor Germano Guttler esteve em Salvador (Bahia), a convite do TRE, para expor a importância do projeto e realizou nove oficinas na cidade. Segundo ele, somente numa escola haviam cerca de 70 participantes “todos interessados em conhecer o sistema”, que transforma o lixo em adubo para plantas.

Um vídeo foi produzido durante as oficinas com duração de nove minutos para divulgar as minicompostagens ecológicas geradas pelo projeto. Nele, o professor da Udesc Lages explica a origem da iniciativa com destaque para as facilidades na preparação de hortas escolares com a adoção do Lixo Orgânico Zero.



Há também manifestação de uma servidora do TRE da Bahia que explica que a comissão de coleta seletiva do órgão já fez parcerias com outras instituições como a Universidade Federal da Bahia (UFBA), Ministério Público, Organização Não Governamental (ONG) Central da Cidadania e Mesa Brasil, do Serviço Social co Comércio (Sesc), para a divulgação do projeto da Udesc Lages. 

Para implantar as minicompostagens em Salvador, foram treinadas mais de 200 pessoas, principalmente líderes comunitários, representantes de ONGs, igrejas, escolas e creches.

Escolas

Atualmente, cerca de 100 escolas das 130 existentes em Lages já aderiram ao projeto da universidade. Nesses estabelecimentos, os resíduos são separados pelos alunos e professores em lixeiras diferenciadas para, em seguida, serem utilizados nos canteiros.

De acordo com o projeto, o lixo orgânico – casca ou restos de verduras e frutas, borras de café, folhas e outros detritos – é coberto com uma camada de grama cortada ou serragem num canteiro ou jardineira até 12 centímetros de altura. Depois de 35 dias, a área estará pronta para o cultivo de hortaliças ou flores.

Uma pesquisa realizada  por agentes de saúde de Lages, com distribuição de 4 mil questionários, constatou que cerca de 35% das residências da cidade já adotam o projeto da universidade na redução do lixo orgânico.

Segundo o professor da Udesc Lages, o lixo orgânico no aterro sanitário da cidade, que tem 50 mil domicílios e que geram cerca de 80 mil toneladas por dia, já sofreu uma redução de 35%. A meta do projeto, ressalta Guttler, é deixar a cidade de Lages livre de resíduos orgânicos.

Leia mais:

7/10/2014 – Mostra itinerante divulga projeto Lixo Orgânico Zero da Udesc Lages nesta quinta e sexta.

24/2/2014 - Projeto Lixo Orgânico Zero, da Udesc Lages, ganha mais adesões

Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Valmor Pizzetti
E-mail: valmor.pizzetti@udesc.br
Telefones: (48) 3321-8142/8143
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