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Notícia

31/08/2026-15h44

Udesc Faed lança exposição e debate sobre expedição de pesquisadores brasileiros à China

Evento ocorre no dia 22 de setembro e será ministrado pelo prof. Carlos José Espindola, do Departamento de Geociências da UFSC

O Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), promove no dia 22 de setembro, terça-feira, às 18h30 no Auditório Tito Sena, o evento “China: do subdesenvolvimento à liderança industrial mundial”, uma exposição sobre a missão dos geógrafos brasileiros na China, durante o período de 2025 e 2026.

O palestrante é o professor titular do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carlos José Espíndola, um dos líderes da expedição.

A expedição

A expedição consistiu em um grupo de estudos formado por pesquisadores de diversas instituições de ensino do Brasil em busca de atualizações sobre o desenvolvimento territorial chinês.

A pesquisa foi feita através de visitas técnicas à instituições e centros de pesquisas e entrevistas com pesquisadores chineses de diferentes áreas.

A ideia da palestra é trazer, além dos resultados, uma exposição com algumas fotos, afim de atualizar o debate sobre a China, com dados sobre o crescimento econômico,e sobre as mudança no tecido social chinês.

A missão dos geógrafos brasileiros à China contemplava pesquisadores da Udesc, da UFSC, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

A expedição englobou professores, pesquisadores e alunos do mestrado e do doutorado.

Os pesquisadores analisaram a expansão e a presença chinesa em outros territórios, por meio de novas tecnologias, e também analisaram a transição energética executada no país.

O organizador da palestra e professor do Departamento de Geografia da Udesc Faed, Wander Luis de Melo Cruz, explica a principal questão que guiou a expedição.

“A questão era como uma grande nação com mais de 1 bilhão de habitantes que estava mergulhada na fome, uma população extremamente desinstruída, que era analfabeta por grande parte do século XX, hoje se torna, um um polo tecnológico, um polo de desenvolvimento, uma economia emergente que ano após ano, cresce o seu PIB [Produto Interno Bruto] de uma forma impressionante,  a ponto de conseguir tirar milhões de pessoas da pobreza”, afirma.

Segundo Wander, muitas das práticas que os chineses fizeram podem ser replicadas no Brasil, apesar das diferenças nos modelos de sociedade.

“O desenvolvimento da infraestrutura de transportes, da urbanização, das redes de telecomunicações e a racionalização dos fluxos no território podem ser melhoradas a partir da importação de ideias de lá”, diz.

Além disso, outro ponto de discussão é a transição energética, na qual a China é uma das líderes mundiais no processo.

Assessoria de Comunicação da Udesc Faed
Isadora Bringhenti Serpa
E-mail: comunicacao.faed@udesc.br
(estagiária sob supervisão da jornalista Magali Moser)
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