O relógio de monitoramento não invasivo de glicose está entre os finalistas da edição
eGluco é desenvolvido por pesquisadores da Udesc e parceiros. Foto: Nucom
O projeto eGluco 4, um relógio de pulso desenvolvido para medir a glicose sanguínea de forma não invasiva, é um dos três indicados ao Prêmio Joinville Faz Bem 2026, na categoria Inovação. O dispositivo utiliza bioimpedância elétrica e outros sinais biomédicos para realizar o monitoramento e foi desenvolvido por pesquisadores da Udesc em parceria com outras instituições.
A iniciativa do prêmio é da NSC TV. A votação começou nesta segunda-feira (9), data em que Joinville celebrou 175 anos, e segue aberta até o fim de abril. O público pode votar quantas vezes quiser pelo link:
Joinville Faz Bem - Categoria Inovação
Os finalistas foram definidos pela produção do Jornal do Almoço de Joinville e por comitês temáticos, a partir de centenas de indicações feitas pelo público. Os projetos selecionados serão apresentados em reportagens no telejornal. Todos os indicados nas oito categorias receberão o selo de finalista do prêmio.
Sobre o eGluco
A versão anterior do dispositivo, o eGluco 3, apresentou resultados positivos em testes clínicos realizados com 67 pacientes do Hospital de Azambuja. O estudo alcançou 97,6% de precisão na predição entre pacientes diabéticos, reforçando o potencial da tecnologia para o monitoramento da saúde.
“Essa versão continua em uso e está sendo aplicada em pacientes internados na UTI do hospital”, destaca o pesquisador da Udesc Joinville, Pedro Bertemes Filho, líder do projeto. A versão 4 mais aprimorada espera apoio de investidores para a produção.
Mais informações:
https://egluco.bio.br/
Assessoria de Comunicação da Udesc Joinville
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