Estudantes de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos
da Udesc Oeste participam da Alquimia Jr. Foto: Divulgação
No Oeste catarinense, estudantes dos cursos de graduação em Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) procuram aplicar o conhecimento aprendido em sala de aula no dia a dia da Alquimia Jr., empresa júnior (EJ) que oferece consultoria envolvendo as duas áreas do saber.
Desde sua fundação em 2019 no
Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), em Pinhalzinho, a Alquimia produz tabelas nutricionais, rotulagem nutricional, fichas técnicas e manuais de boas práticas de fabricação de artigos alimentícios. A oferta busca atender à demanda da região, que concentra diversas empresas do ramo alimentício.
A estudante da sexta fase de Engenharia de Alimentos da Udesc e atual presidenta da Alquimia, Juliana Paulus, ressalta que o atendimento é voltado especialmente para micro e pequenas empresas. “Este é o principal foco desde o início: auxiliar os pequenos empreendedores”, afirma.
Hoje a Alquimia é uma das 14 empresas juniores ativas da Udesc, que conta com iniciativas em diversas áreas, tais como Engenharias, Arquitetura, Urbanismo e Design, e Ciências Agrárias.
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As ações da EJ, no entanto, não impactam apenas a comunidade como também a experiência dos graduandos da Udesc Oeste. Para a diretora de soluções da Alquimia Jr., Joana Verónica Caiongo dos Santos, a passagem pela empresa tem colaborado com a sua formação. “Tenho aprendido muito com as formações recebidas”, acentua.
Assim como Joana, Juliana relata que pôde desenvolver novas habilidades. “Eu era muito quietinha, tinha pouca eloquência para conversar com o público e até para apresentar trabalho da faculdade. Depois que eu entrei na Alquimia Jr., eu me desenvolvi muito, eu percebo isso”, conta a presidenta.
Para a professora coordenadora da EJ, Elisandra Rigo, a experiência nas EJs é positiva para tod a a sociedade, que passa a ter profissionais mais completos e bem-preparados para lidar com os desafios do mercado de trabalho. “A participação dos estudantes nas empresas juniores possibilita a experimentação de ambientes de inovação, empreendedorismo, protagonismo nas tomadas de decisão e análises de situações problema, da realidade para além da universidade, construindo assim uma formação diversa”, afirma.
A perspectiva da docente vai ao encontro da percepção das estudantes, que também percebem a valorização de profissionais egressos das EJs. “As empresas valorizam muito as pessoas que vieram da empresa júnior, essa capacidade que a gente tem de resolver problemas e de desenvolver novas ideias”, comenta Juliana.
Apesar das vantagens, o dia a dia da empresa não é isento de desafios. A presidenta da Alquimia comenta que o número reduzido de estudantes nos cursos e na EJ acaba refletindo na capacidade de atendimento da equipe. “Mesmo assim, hoje somos em quatro membros que atuam ativamente na prospecção de clientes, além de estudar para se manter atualizados sempre”, enfatiza Juliana. Por isso, para o futuro, a equipe a lmeja o ingresso de novos membros. Os processos seletivos ocorrem duas vezes ao ano, no início de cada semestre letivo.
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