20/11/25 (QUI)
Atividade: Oficina Sashiko para Restauro e Customização
Hora: 08h às 11h
Local: Bloco Central – Sala 102
Sinopse:
Inscrições:
Classificação Etária:
Atividade: Oficina Tradições Folclóricas como Ferramentas de Desenvolvimento e Criação da Música Contemporânea – Augusto Baschera – PNAB SC
Hora: 09h às 12h
Local: Bloco da Música – Sala 104
Sinopse:O workshop "Improvisação Musical Inspirada na Música Folclórica", ministrado por Augusto Baschera, terá uma carga horária de 12 horas, distribuídas em 4 dias, com 3 horas de duração cada encontro. As inscrições serão gratuitas e o workshop será aberto a todas as idades. O objetivo do workshop é preservar e reinterpretar as tradições culturais, utilizando-as como uma ferramenta de desenvolvimento e criação musical contemporânea. O workshop buscará inspirar os participantes a explorar e desenvolver suas habilidades de composição e improvisação musical através do estudo e análise da música folclórica açoriana, integrando técnicas composicionais e performáticas. A oficina será realizada na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), um espaço que oferece infraestrutura adequada e acessível para todos os participantes. Além disso, serão garantidas medidas de acessibilidade, incluindo a presença de intérpretes de Libras para promover a inclusão de pessoas com deficiência auditiva. Durante o workshop, os participantes serão guiados por Augusto Baschera, um renomado violonista e guitarrista com vasta experiência internacional. Através de uma combinação de teoria e prática, o workshop proporcionará um ambiente de aprendizado colaborativo e criativo, culminando na criação de obras musicais individuais e coletivas. O projeto reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura, oferecendo uma oportunidade única para músicos de todas as idades e níveis de experiência se engajarem em um processo artístico enriquecedor e significativo.
Inscrições: https://forms.gle/BkYL5ivVdJPxkHLN6
Classificação Etária: Livre
Atividade: Oficina Sustentar-se em Cena: Oficina para Artistas que se Autoproduzem – Milena Moraes
Hora: 09h às 12h e 13h às 16h (+ 2 horas de consultoria após oficina)
Local: Bloco das Artes Cênicas – Básica 5
Sinopse: Voltada a artistas que acumulam funções de criação e produção em seus próprios trabalhos, a oficina “Sustentar-se em Cena” propõe uma imersão em estratégias possíveis para estruturar, viabilizar e manter projetos culturais vivos. A partir da experiência de Milena Moraes como atriz e produtora, a proposta articula práticas de planejamento e elaboração de projetos com o mapeamento de alternativas sustentáveis — desde editais e leis de incentivo até formas colaborativas e autônomas de manutenção. Com uma abordagem prática e sensível, a oficina oferece também momentos de orientação personalizada, voltados para o acompanhamento de projetos em desenvolvimento.
Inscrições: 30 minutos antes, no local, 8 vagas
Classificação Etária: 18
Atividade: Lixossauro – Pense com Arte
Hora: 9h às 16h
Local: Bloco da Música – Deck
Sinopse: O Lixossauro é uma intervenção coletiva que resulta em uma criatura tridimensional de 4 a 6 metros feita com sucata. Tanto a estrutura como o revestimento, texturas e relevos são feitos com material recolhido no entorno onde será construído. Cadeira velha, cabos de vassoura, papelão, sacos plásticos e os mais inusitados materiais são aproveitados em suas formas características na composição de uma escultura gigante. É uma oficina de grande impacto artístico e social em tempos de aquecimento global e das crises ambientais causadas pelo consumo excessivo de embalagens. A participação é aberta e feita pelos transeuntes que contribuem com uma parte do seu tempo que pode ser de 10 minutos ou de 6 horas dependendo da disposição. No final da oficina a escultura pode ficar por tempo indeterminado como símbolo do reaproveitamento, do trabalho coletivo, da consciência ambiental e da arte coletiva.
Inscrições: Basta chegar no local e horário marcados
Classificação Etária: Livre
Atividade: Oficina "Entre palavras e ritmos: uma perspectiva transversal entre texto, percussão corporal e escrita musical" – Fernando Emboaba de Camargo (UFRN)
Hora: 10h às 12h
Local: Bloco da Música – Sala 105
Sinopse: A presente oficina tem como objetivo explorar, por meio de práticas corporais e musicais, a diferença entre os ritmos divisivos e aditivos, com foco em sua percepção física e representação notacional. A atividade se inicia com um exercício de coordenação corporal utilizando a sequência: [:Mão, Peito, Pé, Fígado, “Voz”, Crânio, Testa, Pé:] (executada duas vezes com apoio de metrônomo a 60 bpm), visando introduzir os pulsos rítmicos de forma sensorial. Em seguida, propõe-se a leitura da sequência sob três abordagens rítmicas distintas: no ritmo divisivo (pulso que divide a palavra para encaixá-la no pulso), no ritmo aditivo (sílaba enquanto micropulso) permitindo aos participantes compreenderem na prática a diferença entre "subdividir" e "adicionar" pulsos. Ressalta-se que o pulso aditivo teria como padrão 120 Bpm ou 180 Bpm para treinarmos as proporções de 1/2 e 1/3 do pulso inicial. Após essa vivência inicial,
conduz-se uma prática coletiva na qual os participantes, organizados em duplas ou trios, criam e treinam linhas rítmicas a partir de palavras e tentam executar os dois tipos de pulsação – tanto separadamente quanto simultaneamente – culminando em apresentações para a turma. Por fim, a parte expositiva apresenta três figuras de tempo propostas para a notação aditiva, com formatos geométricos distintos (cabeça redonda pintada, cabeça quadrada vazia com haste, e cabeça triangular vazia sem haste), sugerindo alternativas simbólicas para representar a diversidade rítmica abordada. A proposta visa integrar corpo, escuta e escrita musical de forma criativa, promovendo um aprendizado ativo sobre os fundamentos rítmicos por meio da prática colaborativa e da reflexão crítica.
Inscrições:
Classificação Etária:
Atividade: Exposição Rendeiras Eubalaenas – Marion De Martino
Hora: 10h às 22h
Local: Arena
Sinopse: Através de uma poética visual de realismo mágico acerca das cultura marítimas do sul do Brasil. A exposição combinará esculturas cerâmicas vitrificadas, elementos da renda de bilro e objetos relacionais, oferecendo uma experiência reflexiva que homenageará em uma abordagem contemporânea e popular os elementos visuais da cultura ilhoa: o fazer das mulheres rendeiras, o vínculo simbólico com a biodiversidade marinha, especialmente com a baleia-franca-austral, destacando a importância de refletir no campo do sensível, a relação interespécie tanto no patrimônio cultural como nos direitos da natureza.
Atividade: Exposição da Coleção Autoral Chaos – Ane Caroline Muller, Pam Ignowski e Roberta Coelho Telles
Hora: 10h às 22h
Local: Bloco Central – Hall
Sinopse: “Chaos” é uma coleção autoral desenvolvida por três alunas da quinta fase do curso de Moda da UDESC, no âmbito da disciplina de Produto de Moda. Nascida a partir de um processo criativo e experimental que utiliza tecidos doados por empresas têxteis – portanto, baseada no reaproveitamento de materiais e na sustentabilidade —, a coleção emerge como um manifesto visual e conceitual sobre a juventude contemporânea. Em um mundo marcado por incertezas, hiperconexão e pressão por produtividade, os jovens se veem forçados a se fragmentar: assumem múltiplos papéis, transitam entre realidades distintas e reinventam suas identidades para ocupar espaços, pertencer e sobreviver. “Chaos” traduz essa experiência por meio de formas desconstruídas, sobreposições, texturas conflitantes e uma paleta de cores que oscila entre o caos e a harmonia. O resultado é uma estética propositalmente instável e ambígua – tal qual a realidade que representa. Objetivo da Exposição: A proposta é apresentar “Chaos” como mais do que uma coleção de moda: como uma instalação artística que reflita o estado fragmentado da juventude na sociedade contemporânea. A exposição visa criar um espaço de reflexão, identificação e questionamento, ao mesmo tempo que valoriza práticas sustentáveis e o potencial criativo de jovens designers em formação.
Atividade: Favelagrafia: a comunidade pelos olhos de quem a vive – Desterro – Observatório de Violência em Florianópolis
Hora: 10h às 22h
Local: Bloco Central - Corredor Superior
Sinopse: A exposição Favelagrafia: a comunidade pelos olhos de quem a vive é resultado de um projeto realizado pelo Desterro - Observatório de Violência em Florianópolis, em parceria com a Associação de Amigos da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó (ACAM) e o grupo Jornalismo e Ação Comunitária (JAC/UFSC). Nele, crianças e jovens de 8 a 17 anos participaram de oficinas de letramento digital e fotografia, onde desenvolveram um Mapa Cultural do Morro do Mocotó. O Mapa tem como intuito explorar o olhar dos educandos e suas relações com o entorno – retratando lugares dentro da comunidade que são significativos em suas vivências. O projeto surgiu em 2023 a partir de inquietações dos educandos em relação à representação da comunidade em meios de comunicação tradicionais e resultados de buscas na internet. Todas as etapas de desenvolvimento, da criação do mapa à produção das fotos, foram feitas integralmente pelos educandos. A definição dos trajetos das oficinas de fotografia, assim como o processo curatorial das fotos, também foram protagonizados pelos estudantes. Trabalhando território, pertencimento, negritude e direito à cidade, Favelagrafia resulta na criação de uma tecnologia social construída coletivamente e que valoriza os saberes dos sujeitos envolvidos no processo, ressaltando a importância de considerar as percepções locais em propostas educativas, valorizando a ligação dos moradores com a sua comunidade. A nossa proposta é socializar os resultados da exposição dos materiais produzidos durante dez dias, nos quais estaria incluída a semana da Consciência Negra, com a realização de uma roda de conversa como sessão de abertura.
Atividade: Traços de Floripa – Laboratório de Representação Fotográfica
Hora: 10h às 20h
Local: Bloco Administrativo – Hall
Sinopse: A exposição "Traços de Floripa" apresenta uma seleção de 20 fotografias realizadas por estudantes da disciplina de Fotografia II do curso de Design Gráfico da Udesc. A atividade, já tradicional na formação, convida os alunos a percorrerem paisagens de Florianópolis por meio de um circuito com dez temas que exploram aspectos únicos da Ilha da Magia.
Atividade: Danças Circulares Sagradas – Um Resgate Cultural – Dayane Junges
Hora: 11h às 12h
Local: Bloco das Artes Cênicas – Dança 1
Sinopse: As Danças Circulares Sagradas podem socializar e sensibilizar os participantes, resgatar valores e integrar um grupo. Possui diversos benefícios, entre eles, promovem a saúde física, mental, emocional e espiritual. As Danças Circulares também são conhecidas como danças de roda, dos povos, folclóricas, realizadas em círculo e em conjunto por um grupo, através de passos coreografados. Essas danças são um resgate ancestral, uma vez que diversos povos dançavam em seus ritos de colheita, casamento, falecimento, mudança das estações, e eram passadas de geração em geração. Na oficina, o convite aos participantes é integrar à roda, sentir seus benefícios e resgatar a nossa própria cultura popular, através das músicas brasileiras e das danças ancestrais como as danças dos povos indígenas e também, das danças contemporâneas.
Inscrições: Gratuita e sujeita a lotação máxima, ingressos distribuídos 30 minutos antes, no local
Classificação Etária: 18
Atividade: Abertura Floripa Eco Fashion 2025 – Neide Schulte e equipe
Hora: 11h às 12h
Local: Bloco Central – Auditório
Sinopse:
Inscrições:
Classificação Etária:
Atividade: O Afoxé é a Fala Que Faz – Afoxé Amigos de Katendê – Núcleo Florianópolis
Hora: 11h15 às 12h
Local: Estacionamento Ceart – Pavilhão das Feiras
Sinopse: A proposta cultural O AFOXÉ É A FALA QUE FAZ – Afoxé Amigos de Katendê, tem como maior objetivo a manutenção do legado do Mestre Môa do Katendê por meio da valorização dos seus saberes culturais, composições, ritmos, toques e danças e, assim, disseminar e fortalecer a voz, a cultura e a herança africana do povo negro. O Afoxé Amigos de Katendê de Florianópolis é um dos núcleos que mantém viva essa herança cultural através de suas atividades, as quais se concentram em ensaios durante o ano todo, com o objetivo de manter viva a chama dos conhecimentos transmitidos pelo mestre. As vivências do Afoxé Amigos de Katendê acontecem no bairro periférico São João do Rio Vermelho, juntamente com o Centro de Capoeira Angola Angoleiro Sim Sinhô e a comunidade do entorno. Anualmente, o Afoxé Amigos de Katendê realiza um cortejo pelas ruas de Florianópolis, seguindo todos os preceitos religiosos necessários. As primeiras vivências em Florianópolis começaram em 2003, primeiramente com oficinas com o Mestre Môa do Katendê. Foi uma grande caminhada até 2007, quando foi realizado o primeiro Cortejo do Afoxé Amigos de Katendê e, ao todo já foram realizados 16 Cortejos do Afoxé, em diversos bairros da cidade. Para o Festival Internacional de Arte E Cultura José Luiz Kinceler – FIK 2025, O afoxé Amigos de Katendê espera poder compartilhar a magia do Afoxé com a comunidade universitária e os moradores da Grande Florianópolis com uma apresentação deste folguedo em um espaço aberto. A apresentação será, assim com o cortejo, uma manifestação de grande importância, que exige um cuidadoso preparo e dedicação para que possa levar sua força vital a todas as pessoas durante a presença na rua. A apresentação de afoxé é um momento de compartilhar essa força vital entre as pessoas, “levando uma mensagem bonita para o mundo ver” (Mestre Môa do Katendê), de fé, saúde, alegria, harmonia, deixando a alma do povo feliz. “Reverenciando os orixás, a força negra, os afro-descendentes e a todo mundo” (Mestre Môa do Katendê). A proposta cultural busca dialogar com pessoas de todas as etnias, sobretudo as pessoas não-brancas como também as pessoas desfavorecidas economicamente, crianças, idosos e moradoras de Florianópolis, que não conhecem ou que já tiveram algum contato com a manifestação cultural do Afoxé. Levando-se em consideração que o afoxé é uma manifestação cultural popular de fazer comunitário e coletivo, o produto e o fazer ocorrem dentro da perspectiva das performances culturais com base nas vivências sob a ótica da oralidade, das culturas de terreiro, da circularidade e da orixalidade. Além disso, a presente proposta tem como objetivo firmar a presença do afoxé, um folguedo afro-diaspórico, no cenário cultural de Florianópolis. O FIK 2025, ao valorizar a produção cultural local permite que coletivamente seja construída a identidade cultural floripolitana e, o afoxé, com seus atabaques, xequerês e agogôs, os instrumentos do afoxé, espera que o evento possa contribuir para a formação de redes artísticas e para a preservação desta memória cultural afro-brasileiro.
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: 1ª Palestra Sustentabilidade na Moda: Responsabilidade de Todos – Francisca Dantas PUC/SP (Nacional)
– Floripa Eco Fashion 2025
Hora: 11h20 as 12h20
Local: Bloco Central – Auditório
Sinopse:
Inscrições:
Classificação Etária: Livre
Atividade: Roda Capoeira Grupo Ginga Erê – Corpos e Movimentos Descoloniza(dores) – Vânia Rodrigues
Hora: 12h às 13h
Local: Estacionamento Ceart – Pavilhão das Feiras
Sinopse: O Projeto artístico colaborativo aqui proposto tem como objetivo continuar o processo em andamento do ensaio fotográfico intitulado “O (meu) Corpo-Capoeira”, que teve início durante a minha pesquisa de doutorado, e pretende agora envolver outros corpos nessa prática artística cultura afrocêntrica, assim como na experimentação a partir da linguagem fotográfica. A prática da Capoeira Angola é relacional, não acontece sem o outro, e sempre esteve associada à luta por liberdade. As pesquisas realizadas sobre um dos principais mestres de referência dessa arte, o Mestre Pastinha, nos mostram que todo o potencial da capoeira, está na alegria, na vitalidade e na ludicidade do movimento, o que não deixou os africanos escravizados sucumbirem, e hoje, a capoeira se encontra espalhada pelos mais diversos lugares do mundo, nos mostrando a força e a beleza de um corpo em diáspora, que traz em si, no próprio corpo, a cultura e a arte africana e afro-brasileira. Um símbolo de resistência pelo direito de existir, que está muito ligado a uma outra forma de conceber o mundo, que tem como base a cosmovisão africana. Uma prática que tem como um dos principais pilares de sustentação a questão da ancestralidade, a força ancestral presente nesses movimentos, que trouxe “axé” aos corpos negros no período escravocrata brasileiro. A circularidade é presença na vadiação/movimentos da Capoeira Angola. Não somente na roda de capoeira, como nos próprios movimentos de um corpo que gira sobre seu próprio eixo, fazendo dessa prática uma pedagogia da circularidade e movimento/pensamento de libertação, a partir das ensinagens afro diaspóricas. A circularidade é um princípio da natureza e da existência, que se repete na cosmovisão de muitos povos africanos. “Os pés são com raízes, contaminam os corpos dos atuantes, influenciando todos os movimentos até a cabeça. Neste princípio explora-se a circularidade dos corpos, iniciando a exploração de movimentos nos quadris, reverberando pelo restante do corpo. Algumas comunidades africanas entendem que nos quadris adormece uma energia de criação, justaposta à própria ideia de reprodução através dos órgãos sexuais. Portanto, ativa-se essa região, para que ela abra os portais da criação, da libertação deste corpo "Pambu Nzila.” Sentir no corpo, e nesse encontro com o corpo do outro, essa circularidade, e transformar a mesma em imagem, onde o movimento, o rastro desses corpos em movimento é alcançado, um corpo fugaz, em constante trasnformação, sentir esse movimento descolinaza(dor) e expressá-lo em imagem. Enquanto praticante dessa arte há 25 anos, meu corpo sente a necessidade desse movimento para “dar conta” de viver, de ter alegria para suportar as agruras da vida, para dissolvê-las em mim - pela velocidade do movimento, me tornando um corpo “esfumaçado”, inapreensível em imagem, que faz e se desfaz em segundos - fazendo-as se dissiparem ao vento, abrindo espaço para minha animalidade, para a criança que existe em mim, para que a alegria possa penetrar e me curar. Movimento é alegria, e alegria é resistência. Axé!
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: Feira Ecomoda
Hora: 13h às 20h
Local: Estacionamento Ceart – Pavilhão das Feiras
Atividade: Guiné Fare – Coletivo Abayomi
Hora: 13h às 13h30
Local: Estacionamento Ceart – Pavilhão das Feiras
Sinopse: Guiné Fare que na tradução da língua malinke quer dizer danças de Guiné é uma apresentação artística do Coletivo Abayomi - grupo de pesquisa em danças e musicalidade de matriz africana, atuante em Florianópolis desde 2009. Guiné fare propõe uma composição artística de dança com percussão ao vivo, inspirada nos balés de tradição de Guiné - da capital Conakry, berço dos grandes balés nacionais africanos. Traz no repertório ritmos tradicionais de origem das aldeias de Alta Guiné que se reconfiguram através das artes da dança e música com coreografias dinâmicas sincopadas aos ritmos específicos da percussão. Composto por 6 bailarinos e 4 músicos do Coletivo Abayomi, Guiné fare apresenta 6 ritmos/danças, aos quais foram vivenciados durante os anos de pesquisa com mestres e mestras africanos(as), e nas práticas semanais das aulas e ensaios do Coletivo Abayomi durante esses mais de 20 anos de jornada, bem quando da ida de alguns integrantes do grupo à Guiné, num processo de recriação constante, considerando o contexto atual no tempo e espaço a que se encontra este coletivo de artistas.
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: Exposição Modernidade no Itacorubi e a Reitoria da Udesc – Larissa Machado e Letícia Lucietti
Hora: 13h às 18h
Local: Reitoria – Hall
Sinopse: Projetado por Moysés Liz, o edifício-sede da antiga Telesc - atual Reitoria da Udesc - é um dos principais expoentes da Arquitetura Moderna em Florianópolis. Como objeto de estudos e pesquisas acadêmicas, essa obra arquitetônica recebeu uma proposta expográfica interativa. Essa expografia funciona como uma imersão dentro do edifício, elucidando aspectos de seu projeto e da modernidade na capital catarinense em forma de vídeo.
Atividade: Ao Som Ancestral: Espetáculo Interativo Afro Orientado – Show do Maracatu Arrasta Ilha
Hora: 14h às 15h10
Local: Estacionamento Ceart – Pavilhão das Feiras
Sinopse: Ao som ancestral é uma apresentação interativa, de caráter formativo, que canta histórias envolvendo música e dança para narrar e cultivar a cultura do Maracatu de baque virado, manifestação do povo negro que tem suas origens no Brasil colonial do século XVII. O Maracatu chega a Santa Catarina em 2002 com a criação do grupo Maracatu Arrasta Ilha. A história desta manifestação mostra a importância, riqueza e inteligência do povo negro e sua trajetória ao longo dos séculos enfrentando situações adversas a sua existência, sendo assim, um excelente exemplo de superação, de continuidade e de resistência. É nessa batida que levamos o maracatu e sua colaboração em suas estratégias de combate ao racismo e temas vinculados à Educação para as Relações Étnico Raciais (ERER) e valorização da história afro-brasileira. Desde o século XX, o maracatu encontra no Carnaval seu momento de apoteose. É no carnaval de rua, gratuito, que o maracatu Arrasta Ilha desfila com seu todo performático, concatenando todos esses ensinamentos ancestrais. Desde de sua fundação, o Arrasta Ilha integra a agenda de carnaval de bairros em Florianópolis, arrastando multidões pelas ruas da cidade. Nesta apresentação, nosso percurso histórico de pesquisa da linguagem do maracatu será estruturado numa prática pedagógica de fruição artística, que chamamos de Aula Espetáculo: dinâmica formativa em que circulamos, de forma também performática, histórias, narrativas e linhas de debate acerca dessa prática cultural e ancestral que é o Maracatu. Dança, música e percursos históricos, esses são os principais conteúdos que serão partilhados de forma presencial. Para esta apresentação o Maracatu Arrasta Ilha leva seu todo performático, composto por corte real, corpo de dança e orquestra percussiva.
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: Palestra "Som em Jogo: Experiência de um Músico na Criação de Trilha Sonora para Games" – Fernando Emboaba de Camargo (UFRN)
Hora: 14h às 16h
Local: Bloco Central – Auditório
Sinopse: A palestra apresenta um relato de experiência sobre o desenvolvimento do jogo Torrerrot, criado na disciplina de Projetos de Games do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), a partir da perspectiva de um músico atuando como responsável pela trilha sonora e sonorização do projeto. O foco é discutir as competências e habilidades específicas demandadas ao músico no contexto da produção de áudio para jogos digitais, abordando desde os processos criativos até as ferramentas técnicas utilizadas. Durante a apresentação, serão demonstrados os fluxos de trabalho nos softwares FMOD (middleware de áudio interativo) e Reaper (DAW utilizada para edição e montagem de trilhas), destacando como essas plataformas se integram ao desenvolvimento do jogo e possibilitam maior imersão e interatividade. Serão discutidos conceitos fundamentais que orientam a classificação e função dos sons em um game — como sons diegéticos, extradiegético, metadiegético, transdiegético (interação), ambiente sônico tópico e atópico, músicas adaptativas. A palestra também incluirá a apresentação prática da trilha do jogo Torrerrot em diálogo com sua gameplay, demonstrando como o som contribui para a ambientação, narrativa e dinâmica do jogo. Ao final, serão compartilhados exemplos de outros projetos desenvolvidos na disciplina Áudio para Games, ofertada, por mim, pela Escola de Música e IMD, ambos da UFRN, evidenciando a diversidade de abordagens e soluções criativas adotadas pelos alunos. A proposta visa evidenciar o papel central do som nos games e a importância da atuação musical interdisciplinar no desenvolvimento de trilha sonora nos games.
Inscrições:
Classificação Etária:
Atividade: Oficina Estamparia com Cores Naturais – Roberta Kremer
Hora: 14h às 17h (duas turmas)
Local: Bloco Central – Sala 101
Sinopse:
Inscrições: 30 minutos antes, no local
Classificação Etária:
Atividade: Oficina Upcycling e Moda Autoral – Isadora Dourado
Hora: 14h às 17h
Local: Bloco Central – Ateliê de Costura
Sinopse:
Inscrições: 30 minutos antes, no local
Classificação Etária:
Atividade: Oficina de Cordas Friccionadas na Música Popular
Hora: 14h às 17h
Local: Bloco da Música – Sala 105
Sinopse:
Inscrições: 30 minutos antes, no local
Classificação Etária:
Atividade: Oficina Matéria de Encontro: Escultura Colaborativa em Argila – Maria Carolina Rocha, Murilo Brogim, Laura Folletto e Helena Silva
Hora: 14h às 18h
Local: Bloco das Artes Visuais – Externo
Sinopse: O projeto propõe um processo artístico-pedagógico colaborativo em duas etapas: uma ativação de residência no FIK Itinerante e uma residência artística aberta para construção coletiva de uma escultura no Campus I da Udesc durante o FIK 2025. Partindo da escuta e da convivência como núcleo metodológico, convida o público a imaginar, intervir e criar junto, transformando o espaço em lugar de encontro e pensamento crítico.
Na ativação, participantes são convidados a colaborar na criação de uma escultura em argila de até 70 × 70 × 70 cm em um único dia, transformando o local temporariamente em ateliê e deixando como resultado um vestígio sensível do encontro. Já na residência, a equipe e o público modelam, detalham e finalizam juntos uma forma maior, de até 1,5 m × 1,5 m, construida em argila com composição autofraguante. Mais que um objeto acabado, a obra resultante será um testemunho material do processo partilhado, da escuta e do gesto coletivo.
Inscrições: 30 minutos antes, no local
Classificação Etária:
Atividade: Oficina de Arte Têxtil e Sustentabilidade – Cristine Bhadram – Turma 1
Hora: 15h às 17h
Local: Bloco das Artes Visuais – Sala de Cerâmica
Sinopse: As oficinas de arte têxtil sustentável têm o intuito de valorizar fazeres manuais e incentivar práticas pró sustentabilidade no campo das artes visuais. São 3 oficinas de estamparia botânica, onde se utiliza de plantas, flores e sementes para criar composições e estampas em tecidos sem a utilização de produtos tóxicos ou poluentes.
Inscrições: 30 minutos antes, no local
Classificação Etária: 12
Atividade: Tambor de Crioula Puga Baré-SC
Hora: 15h30 às 16h15
Local: Estacionamento Ceart – Pavilhão das Feiras
Sinopse: O grupo Pungabaré‑SC traz ao palco a força ancestral do Tambor de Crioula, manifestação cultural afro-brasileira de raízes maranhenses, em uma apresentação vibrante que une toque, canto e dança. Conduzido por Mestre Castro e sua filha Coreira Ciany Castro, com coreiras e coreiros que expressam a força coletiva e espiritual da tradição, o Grupo Pungabaré‑SC transforma o espaço em roda e convida o público não só a assistir mas também a mergulhar em uma roda de celebração, resistência e afirmação cultural. A apresentação tem também como proposta apresentar, através da oralidade, os elementos que compõem o Tambor de Crioula, bem como convidar as pessoas presentes que queiram experienciar a força que vibra através do movimento, do canto e do som dos tambores que pulsam como batida do coração ancestral que se mantem viva no presente. Pungabaré-SC é tambor que chama, saia que gira, corpo que dança, canto que encanta! Revela a força que veio do quilombo, no toque entrosado e cadenciado, na voz que canta o passado no presente, e no passo firme da herança ancestral que resiste e se transforma. É memória em movimento. É ancestralidade em festa.
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: Baobá: Contação de Lendas Negras
Hora: 16h às 16h40
Local: Bloco das Artes Cênicas – Laboratório 1
Sinopse: O projeto Baobá: contação de lendas negras é um projeto de contação de histórias que nasceu em 2023 com o objetivo de levar as lendas africanas até as crianças. Como origem do mundo que é, África é também o berço das histórias que, mais tarde, tornaram-se contos de fadas, outras lendas e parlendas. Através do contar contos e lendas, contamos sobre o mundo, o respeito, o caráter e honramos aqueles que vieram antes. No espetáculo de estreia do projeto, o foco está em Angola, através da contação de lendas angolanas e da história da vinda da população angolana para Itajaí fugindo da guerra civil que invadiu Angola na década de 1970. Foram 8 famílias que atravessaram o mar navegando por 19 dias, saídas da Província de Benguela. As famílias chegaram até Itajaí em janeiro de 1976, em quatro barcos, sendo três apenas pequenos barcos de pesca. Uma história de superação, honra e conquista. No oco do Baobá nasceu o mundo. Do oco do Baobá saiu a lenda. De dentro deste Baobá, saem as lendas vindas de África para nos falar sobre a história de um povo que atravessou o mar de Angola até Itajaí, o respeito aos mais velhos e a coragem de colocar o guizo no pescoço dos gatos do caminho.
Inscrições: Gratuita e sujeita a lotação máxima, ingressos distribuídos 30 minutos antes, no local
Classificação Etária: Livre (faixa ideal de 6 a 11 anos)
Atividade: MABI – Música Afro-brasileira Improvisada
Hora: 16h30 às 17h30
Local: Estacionamento Ceart – Palco Externo
Sinopse: MABI surge como um potente manifesto sonoro e político protagonizado pelos instrumentistas e compositores Trovão Rocha (baixo elétrico), Lucas Fê(bateria) e Gabriel Barbalho(trompete). O grupo nasce do desejo de trocar experiências, refletir sobre suas presenças no cenário da música improvisada e afirmar uma identidade musical que parte de suas vivências enquanto pessoas pretas atuando profissionalmente no mercado musical no Brasil. O grupo se formou de maneira espontânea, a partir de uma forte identificação estética e afinidade musical percebidas já no primeiro encontro entre os integrantes. Desde então, MABI vem se consolidando como um espaço de criação, liberdade e pertencimento, propondo novas possibilidades sonoras a partir de repertórios autorais e de uma abordagem colaborativa e intuitiva. Mais do que um projeto artístico, MABI é uma afirmação de linguagem, memória e invenção. Um gesto coletivo que contribui com a ampliação do imaginário da música improvisada feita no Brasil atualmente.
Inscrições: Gratuita e sujeita a lotação máxima
Classificação Etária: Livre (faixa ideal de 6 a 11 anos)
Atividade: LivreMente
Hora: 18h às 19h20
Local: Bloco das Artes Cênicas – Espaço 2
Sinopse: Assista uma apresentação musical feita na total escuridão. O movimento dos músicos no palco, cada ação sendo audiodescrita por um locutor. Solte a sua imaginação com músicas de autoria do duo A Corda em SI. O A Corda em Si, formado por Mateus Costa (contrabaixista, compositor e arranjador) e Fernanda Rosa (cantora e compositora) , ambos deficientes visuais, propõe um show em que o público entra de olhos vendados. O espaço (teatro ou sala) está adaptado para o acesso de deficientes visuais, com marcações táteis indicando a posição das cadeiras, banheiros e saída. Este show conta com uma equipe de 5 pessoas: dois músicos, um audiodescritor e dois monitores de auxílio à mobilidade.
Inscrições: Gratuita e sujeita a lotação máxima, ingressos distribuídos 30 minutos antes, no local
Classificação Etária: Livre
Atividade: Anis apresenta: Flor de Urucum
Hora: 19h às 20h
Local: Estacionamento Ceart – Palco Externo
Sinopse: O novo show FLOR DE URUCUM traz trabalhos já lançados da artista, aliados à novas composições e releituras de trabalhos de outros artistas catarinenses. Anis entrega um espetáculo de encantarias, percussivo e ancestral, regado de sussurros de afeto e gritos de presença. Para isso conta com o acompanhamento do guitarrista e violonista Pedro Germer, o baixista Jeff Nefferkturu, a percussão de Diih Neques, bateria de Gustavo Grillo, teclas de Diego Carqueja e sopros de Pepe de Souza. FLOR DE URUCUM, traz à tona a potência da voz como instrumento e a improvisação através do canto, através da autenticidade e originalidade melódica e de arranjos que seguem a voz como fio condutor. Anis traz suas narrativas afetivas como mulher e artista afro-indígena que vive no Sul do Brasil, e tem como meta COMUNICAR e fazer EMERGIR a reflexão da racialização do afeto na contemporaneidade.
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: Oficina de Maquiagem Drag King com Paulão Rego – Mystika Ai (Drag King Paulão Rego)
Hora: 19h às 22h
Local: Bloco das Artes Cênicas – Dança 2
Sinopse: A Oficina de Maquiagem Drag King com Paulão Rego é um processo de experimentação, provocação cênica e de maquiagem através da arte drag king, dividido em quatro aulas, totalizando 12 horas. As aulas abordam as técnicas da maquiagem artística para pessoas a partir de 18 anos, a fim de oferecer mais destaque no mercado de trabalho, bem como ampliar a profissionalização na cena artística da Grande Florianópolis. A oficina, ministrada por Mystika Ai, multiartista por trás do Drag King Paulão Rego, é uma imersão prática no universo da caracterização e maquiagem artística para Drag King. Quatro aulas dinâmicas e interativas que ensinam a construir diferentes estilos de maquiagem, explorando desde técnicas de maquiagem drag king realista até estilos fantasia, navegando por diferentes tipos de masculinidades. A oficina é pensada para todas as pessoas LGBTQIAPN+, independentemente do nível de experiência em maquiagem, e busca oferecer um ambiente acolhedor, inclusivo, acessível e criativo. Tem como objetivos capacitar participantes com técnicas profissionais de maquiagem para construir personas Drag King, desafiando padrões de gênero e expandindo a criatividade; potencializar a capacidade técnica e comunicacional; discutir a construção da maquiagem como canal de expressão a partir de conceitos fundamentais da linguagem cênica; e oportunizar desenvolvimentos culturais, sociais, emocionais, afetivos e educacionais de artistas da Grande Florianópolis.
Inscrições: Gratuita e sujeita a lotação máxima, ingressos distribuídos 30 minutos antes, no local
Classificação Etária: 18
Atividade: Show Dandara Manoela – Minha Prece Ecoa
Hora: 20h15 às 21h30
Local: Estacionamento Ceart – Palco Externo
Sinopse: Minha Prece Ecoa vem cantar a fé no afeto, no amor e na (re)existência. Neste show, Dandara Manoela transita por suas canções autorais, algumas já consolidadas de seu álbum Retrato Falado, bem como seus últimos singles, prenúncios de novas tramas que vêm por aí na carreira da cantora. Mulher negra e lésbica, Dandara vem apresentando canções que propõem uma mudança de perspectiva em relação ao amor. Sua música ecoa cantos de Pretas, Marias e Yabás, desses e de outros tempos, proclamando que às mulheres negras o amor pertence. Tanto em suas temáticas, quanto em suas influências sonoras, o conceito de Música Preta Brasileira, MPB, vem definindo seu trabalho artístico, que cada vez mais intimamente se move rumo aos sons do coração da diáspora africana. Este show apresenta uma composição de banda inédita, com teclado, baixo, guitarra, bateria e percussão. Uma banda experiente e diversa, em suas sonoridades, bem como em seus lugares de fala, que propõe harmonia e irreverência no contratempo. O tambor ganha set e marca o palco de Dandara Manoela com pressão e beat. Com estes novos sons e tecnologias, Minha Prece Ecoa propõe o afrofuturismo ontem e hoje. É importante contar que este espetáculo surge de um encontro sincero entre gente aberta, que dá as mãos na encruzilhada e escolhe seguir junto o caminho. Assim bem amparada, a voz de Dandara ecoa feito prece e “sem ser indelicada e sem pedir licença” se faz forte, como corrente de rio que flui e atravessa. Formação proposta: Voz, teclado, baixo, guitarra, bateria, percussão e produção de campo.
Inscrições: Aberto ao público, sujeito a lotação
Classificação Etária: Livre
Atividade: Meus Cabelos Baobá – Convidado Nacional
Hora: 21h às 22h
Local: Bloco das Artes Cênicas – Espaço 1
Sinopse: A temática da peça gira em torno do universo feminino, da experiência das mulheres pretas, ancorando-se nos mitos e histórias ancestrais. Conforme a produção, o espetáculo “Meus Cabelos de Baobá” se desenvolve em torno de diálogos e trilha musical tocada e cantada ao vivo. A história aborda a Rainha Dandaluanda em interação com a árvore milenar de origem africana, o Baobá. A árvore ensina à monarca os valores africanos e desperta sua autoestima: primeiro, como menina; em seguida, como mulher e, finalmente, como rainha, consciente de sua beleza singular, de sua força ancestral e identidade negra. Fernanda Dias é atriz e autora. No ano de 2019 estreou seu espetáculo autoral "Meus Cabelos Baobá", dirigido por Vilma Melo. Pelo projeto foi vencedora do 8º FESTU, recebeu prêmios de melhor atriz, melhor texto e melhor cena. No ano seguinte, a obra foi indicada ao Prêmio Shell de melhor Música. Ao longo de sua carreira, foram mais de dez peças, com apresentações no Brasil, Estados Unidos, Europa e América Latina. No audiovisual atuou em dois curtas-metragens, “Pele Suja Minha Carne” e “Rosas e Espinhos”. Em 2022, fez participação filme Netiflix" Todo dia a mesma noite" e no especial ,," Feliz ano novo de novo", além de diversas campanhas publicitárias.
Inscrições: gratuita e sujeita a lotação máxima de 70 pessoas, ingressos distribuídos 30 minutos antes, no local
Classificação Etária: 18
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