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Notícia

18/07/2019-17h16

Artigos da Udesc Balneário Camboriú sobre exploração de xisto são publicados pela FGV

 
Um dos trabalhos é sobre potencial de exploração de  reservatórios não convencionais, como gás de xisto

Artigos produzidos pelo curso de Engenharia de Petróleo do Centro de Educação Superior da Foz do Itajaí (Cesfi), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Balneário Camboriú, foram publicados pela revista "FGV Energia" e pelo Boletim de Conjuntura do Setor Energético, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o objetivo de subsidiar discussões no País.

No caderno "O shale gas [gás de xisto] à espreita no Brasil: desmistificando a exploração dos recursos de baixa permeabilidade", está o artigo da Udesc Balneário Camboriú intitulado "Estado da arte dos impactos ambientais do shale [xisto]".

Esse trabalho é de autoria da professora Vivian de Mello Cionek e dos acadêmicos Eduardo Carara, Fernando Boeger Tezza, Izabella Patrícia Borges Spoladore, Luiza Machado da Silva, Mariana Ferreira Zanotto, Maycon Decker e Selso Eziquiel de Souza Junior.

Já o boletim de conjuntura publicou o artigo "A utilização dos recursos hídricos no fraturamento hidráulico", redigido em parceria pelas professoras Fernanda Delgado, da FGV Energia, e Vivian Cionek, com participação da egressa Larissa Nunes e da aluna Sabrina Lora Henn, ambas do curso de Engenharia de Petróleo.

Xisto no Brasil

O trabalho "Estado da arte dos impactos ambientais do shale" faz um levantamento sistemático sobre o que a ciência sabe a respeito dos potenciais impactos do fraturamento hidráulico do xisto.

O texto foi utilizado para subsidiar as discussões a respeito do tema no Brasil e esteve pautado na premissa de que atividades com alto potencial de impacto, como o fraturamento, devem ser conduzidas com base no conhecimento científico e integrando a gestão de riscos como premissa básica para as atividades.

O caderno completo traz um apanhado do potencial de exploração de reservatórios não convencionais, nas bacias sedimentares brasileiras, elencando também os benefícios da exploração do gás de xisto.

Nesta semana, a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) decidiu proibir a exploração de xisto no território catarinense, com placar de 31 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção, por motivos ambientais e de saúde.

Prevenção aos recursos hídricos

Destacando o cenário de risco potencial graças à degradação e ao uso desregrado de água no Brasil, o artigo da Udesc Balneário Camboriú sobre a utilização dos recursos hídricos no fraturamento de xisto reforça a necessidade de direcionar operações tecnológicas pautadas nos princípios de prevenção e precaução.

Se o risco de contaminação dos recursos hídricos for alto, não há retorno econômico que compense a operação de mitigação tecnológica, uma vez que não há recursos financeiros suficientes para reverter processos de contaminação, bioacumulação e problemas de saúde associados a eventos acidentais.

Mais informações

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