Capital ocupa 2º lugar no acumulado anual e de 12 meses, ambas acima da média do país
Foto: Andy Puerari
| 1 | Grande Vitória (ES) | 5,30% |
| 2 | Florianópolis(SC) | 5,28% |
| 3 | São Paulo (SP) | 5,05% |
| 4 | Aracaju (SE) | 4,80% |
| 5 | Belém (PA) | 4,78% |
| 6 | Goiânia (GO) | 4,73% |
| 7 | Porto Alegre (RS) | 4,65% |
| 8 | Fortaleza (CE) | 4,56% |
| Brasil | 4,46% | |
| 9 | Brasília (DF) | 4,40% |
| 10 | Curitiba (PR) | 4,33% |
| 11 | São Luís (MA) | 4,18% |
| 12 | Recife (PE) | 4,13% |
| 13 | Salvador (BA) | 4,11% |
| 14 | Belo Horizonte (MG) | 3,81% |
| 15 | Rio de Janeiro (RJ) | 3,50% |
| 16 | Campo Grande (MS) | 3,43% |
| 17 | Rio Branco (AC) | 3,23% |
| 1 | Grande Vitória (ES) | 4,75% |
| 2 | Florianópolis(SC) | 4,72% |
| 3 | São Paulo (SP) | 4,51% |
| 4 | Porto Alegre (RS) | 4,13% |
| 5 | Brasília (DF) | 4,13% |
| 6 | Aracaju (SE) | 4,10% |
| Brasil | 3,92% | |
| 7 | Goiânia (GO) | 3,90% |
| 8 | Fortaleza (CE) | 3,88% |
| 9 | Belém (PA) | 3,86% |
| 10 | Curitiba (PR) | 3,86% |
| 11 | Recife (PE) | 3,77% |
| 12 | Belo Horizonte (MG) | 3,55% |
| 13 | São Luís (MA) | 3,45% |
| 14 | Salvador (BA) | 3,19% |
| 15 | Campo Grande (MS) | 2,99% |
| 16 | Rio de Janeiro (RJ) | 2,91% |
| 17 | Rio Branco (AC) | 2,68% |
Fonte: Udesc Esag
Preços locais
Entre os produtos que mais encareceram em Florianópolis nos últimos 12 meses, a maior parte segue concentrada na alimentação. Seis dos dez itens com maior alta são alimentos consumidos no dia a dia das famílias. O café em pó teve a maior variação anual, com aumento de 82,46%, seguido do café solúvel, que ficou 66,83% mais caro. Outros alimentos também registraram fortes elevações: tomate (38,60%), costela bovina (31,39%), filé mignon (30,99%) e chocolate em barra e bombom (28,68%).
Nos últimos 12 meses, alimentação e bebidas acumulou a maior variação entre os nove grupos pesquisados, com 9,65%. Em seguida aparecem despesas pessoais (8,67%), transportes (7,93%), habitação (7,69%), educação (6,90%) e saúde e cuidados pessoais (5,29%).
Em novembro, o grupo alimentação e bebidas voltou a pressionar o custo de vida ao registrar alta de 0,74%, puxada principalmente pela alimentação no domicílio. Tubérculos, massas, hortaliças e derivados de açúcar foram alguns dos subgrupos com maior impacto no mês. Em contrapartida, grupos como transportes (-0,55%) e despesas pessoais (-0,52%) ajudaram a conter uma inflação maior no período.
Índice de Custo de Vida (ICV)
O ICV da Udesc Esag monitora mensalmente a variação dos preços de 297 produtos e serviços consumidos por famílias de Florianópolis com renda de 1 a 40 salários mínimos. O índice é publicado de forma contínua desde 1968.
Mais informações em: udesc.br/esag/custodevida
Núcleo de Comunicação da Udesc Esag
Ingrid Borba*
E-mail: comunicacao.esag@udesc.br
Sob supervisão do da jornalista Magali Moser